Entre idas e vindas, já fazem 19 anos desde a primeira vez que o Thiago começou com a gente! Hoje, ele é a quarta pessoa a participar da nossa série: “Faces Que Fazem Parte dos 25 Anos”. Confira a entrevista que fizemos com ele:

Thiago, este é o ano que comemoramos 25 anos de história e este também é o ano que você retornou para Cootravale, conta pra gente, o que a Cootravale representa para você?

“Acolhimento e Reconhecimento são duas palavras que no meu ponto de vista representam a Cootravale.”

Entre idas e vindas, são quase duas décadas até aqui. Durante esse tempo o que mudou na sua vida? Fale um pouco da sua trajetória até aqui.

“Minha primeira passagem na Cootravale foi em meados de 2001, como assistente de logística, nessa época não cheguei a completar um ano na empresa porque meu pai recebeu uma proposta de emprego no Sul do estado, e consequentemente eu e não tinha condições de me manter financeiramente em Itajaí.

Passado alguns anos, retornei para Itajaí e mais uma vez tive a oportunidade de retornar para Cootravale na função de analista de logística, responsável pela operação contêiner.

Durante todo esse tempo, lembro bem de 2010, ano que o nosso time realizou a mudança para sede própria, época de ouro, estávamos em ascensão. Fui promovido para supervisão da conta contêiner de Itajaí e Paranaguá, errei/acertei, mas sempre convicto de que o meu melhor sempre deveria prevalecer.

No 2º semestre de 2013 recebi uma proposta de uma multinacional, e garanto que o mais difícil não foi aceitar, mas sim, ir até o sr Rui (Presidente) e tentar explicar para ele que este desafio seria muito importante na minha carreira profissional.

Todos estes anos ausentes da cooperativa serviram de aprendizado (pessoal/profissional), e neste ano de 2020 a retomada foi inspiradora, porque foi possível calibrar tudo o que aprendi no decorrer destes anos e aplicar de imediato na filial de Itajaí/SC.”

Tem algo que te marcou em todo esse tempo de Cootravale?

“Quando completei os 05 anos de Cootravale, recebi uma homenagem pelo feito, e foi muito emocionante, naquela ocasião o meu mentor Dilson Zabot a quem eu também dedico meu sincero reconhecimento, pelo pai que foi,  falou algumas palavras muito bacanas. Naquela tarde foi possível fazer um auditório todo lacrimejar porque as palavras ali colocadas vieram do coração.”

Para você, qual a melhor parte, em fazer parte dessa história?

“É saber eu não fui a escada do sucesso da Cootravale, mas nessa obra, eu ajudei a construir um dos degraus”